O ecossistema tributário brasileiro acaba de entrar numa fase histórica. Desde a última quarta-feira (1º), as regras sancionadas em 2025 pelo governo federal começaram a desenhar um novo mapa para empresas e cidadãos. Entre a transição para os novos impostos e a tão esperada isenção do Imposto de Renda para a classe média, há mudanças cruciais que você precisa dominar.
Esqueça a complexidade antiga. A transição definitiva já começou e o horizonte de mudança estende-se até 2032. O objetivo? Substituir tributos federais e estaduais por dois pilares modernos:
2026 é o ano laboratório. Embora as empresas ainda não paguem efetivamente o IBS e a CBS, elas já são obrigadas a destacar esses valores nos documentos fiscais (DF-e).
A Lei nº 15.270/2025 traz um impacto direto na renda das famílias e na estratégia de investidores.
A principal vitória para o contribuinte é a ampliação da faixa de isenção.
Após quase três décadas de isenção, o cenário mudou. Agora, existe uma retenção de 10% de IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte) sobre lucros e dividendos pagos a pessoas físicas em valores superiores a R$ 50 mil.
Um ponto de grande tensão é a tributação de lucros apurados no ano passado.