Os dados do Bank of America são claros: o que hoje parece crise, amanhã será o maior acúmulo de capital já visto. Descubra como US$ 74 trilhões mudarão as regras do jogo.
Atualmente, o cenário para os jovens da Geração Z (nascidos entre meados de 1990 e 2010) parece desolador. Eles enfrentam um custo de vida asfixiante, são rotulados como “avessos ao trabalho tradicional” e muitos se veem presos em uma qualificação excessiva que o mercado ainda não absorveu.
Mas não se engane pelo presente. Uma reviravolta financeira sem precedentes está a caminho — e ela chegará muito antes do que os pessimistas preveem.
Enquanto os Baby Boomers lucram com imóveis a preços astronômicos, a Geração Z luta para sobreviver com 146% do salário mínimo. No entanto, o Bank of America, uma das instituições mais influentes do mundo, aponta que o “vale da morte” financeiro desses jovens está prestes a acabar.
Os números são impressionantes:
Em 2035, eles não serão apenas muitos; eles serão o motor econômico do planeta, representando 30% da população mundial com um poder de compra avassalador.
Como uma geração que hoje mal paga o aluguel se tornará tão poderosa? A resposta está no que os economistas chamam de Great Wealth Transfer (A Grande Transferência de Riqueza).
Até 2045, estima-se que US$ 84 trilhões fluirão das mãos das gerações mais velhas para os mais novos através de heranças. Embora Millennials e a Geração X fiquem com a maior fatia, cerca de 38% da Geração Z receberá uma bonança direta que mudará suas vidas para sempre.
A resiliência da Geração Z foi forjada na impossibilidade. Por não conseguirem comprar casas ou formar famílias nos moldes antigos, esses jovens redirecionaram seu consumo para:
Essa mentalidade, combinada com a chegada massiva de capital, fará da Geração Z a força mais disruptiva que os mercados e sistemas sociais já viram. Eles não apenas terão o dinheiro; eles redefinirão completamente o que significa ser um consumidor.
O conselho para as empresas e investidores é um só: preparem-se. A geração que hoje “se esquiva” do escritório será, muito em breve, quem assinará os cheques que movem o mundo.